My Click Coach Miami
My Click Coach Brasil

Seja um assinante e receba gratuitamente nossas dicas e informações.

A SURPREENDENTE VERDADE QUE NUNCA CONTARAM SOBRE A REPOSIÇÃO HORMONAL PARA HOMENS

 

 

 

 

Há muito tempo que se fala em reposição hormonal para mulheres que chegaram a menopausa. Sem dúvida, a diminuição das taxas hormonais trazem mudanças profundas na vida social e física das mulheres. O mais incrível disso tudo é que existem pouquíssimos estudos avaliando e explicando o que promove todas as mudanças e como combatê-las sem o uso de hormônios, já que não são todas as mulheres que podem fazer a reposição, devido à casos de câncer na família ou simplesmente porque não querem tomar hormônios.

 

Essa questão ainda não foi resolvida, quero dizer cientificamente, e já se fala em reposição hormonal para os homens. A andropausa (queda hormonal nos homens) ocorre em média 10 à 15 anos mais tarde para os homens que para as mulheres. Os sintomas podem ser bem parecidos, como ondas calor, depressão, cansaço, insônia e desinteresse sexual. Assim como para as mulheres, os homens apresentam variações na intensidade dos sintomas. Alguns sentem um pouco e outros sentem muito.

 

A reposição de testosterona está sendo praticada largamente pela medicina. E da mesma forma que para as mulheres os estudos sobre os efeitos colaterais não são conclusivos. Sem dúvida se é a queda nos níveis hormonais que trazem todos os sintomas negativos do envelhecimento, repor esses hormônios poderá acabar com esses sintomas.

 

Mas, existe uma diferença entre o corpo jovem e o corpo mais velho. Com o envelhecimento as taxas hormonais fisiológicas (naturalmente produzidas) diminuem lentamente até ficarem bem baixas. Os estudos existentes avaliam a reposição hormonal de testosterona em homens, comparando a reposição em homens que não produzem o hormônio, com homens que tem a testosterona diminuída pela idade avançada. Explicando melhor, os estudos dizem que não ocorrem efeitos colaterais graves com a reposição hormonal em homens que têm deficiência na produção desse hormônio e quando a reposição é feita em doses fisiológicas (doses que o corpo deveria produzir). Mas, com um raciocínio rápido podemos nos perguntar. Se os efeitos colaterais não aparecem em doses fisiológicas, o que poderia acontecer com as pessoas que naturalmente produzem pouco hormônio devido à idade e recebem mais hormônio? Eles não estariam com doses maiores que as doses naturais? A resposta é sim, estariam.

 

Nesse ponto o que os estudos dizem é: não há efeito colateral na reposição hormonal em doses fisiológicas para pessoas que não produzem hormônio suficiente. Doses supra fisiológicas produzem efeitos negativos no sistema cardiovascular. A reposição hormonal para pessoas que têm a diminuição devido à idade, precisa ser melhor avaliada.(veja o artigo aqui).

 

Portanto, antes de seguir o que todos falam na tentativa de negar o envelhecimento e suas consequências, procure se informar e entender que viver significa passar por várias fases da vida e uma delas é o envelhecimento.

 

  1. The effects of endogenous and exogenous androgens on cardiovascular disease risk factors and progression Panagiota Manolakou,1 Roxani Angelopoulou,1 Chris Bakoyiannis,2 and Elias Bastounis2

                Reprod Biol Endocrinol. 2009; 7: 44.

Please reload

Dra. Ivani Manzzo

Dra. Ivani Manzo é PhD em Ciências pela Escola Paulista de Medicina UNIFESP - EPM com ênfase em obesidade, gestação e exercício. Lecionou em Universidades por mais de 20 anos e há 10 anos auxilia as pessoas a terem mais saúde e qualidade de vida, prescrevendo exercícios e orientando a alimentação. Atualmente reside nos Estados Unidos, onde trabalha e ministra palestras. Devido   a sua ajuda especialmente a comunidade brasileira, teve seu trabalho reconhecido sendo premiada como Notável da Flórida do ano de 2016. 

Leia mais aqui

Artigos Recentes
Please reload

Arquivo
Please reload

Follow Us
  • Facebook Basic Square
  • YouTube Classic
Entre em Contato

©2015 by My Click Coach LLC

Criado e desenvolvido por Patricia Retamero Alves